Esta instalação-performance de Joachim Sauter e Ólafur Arnalds pode considerar-se uma obra multimédia? De que forma corresponde ou não aos critérios definidos por Packer e Jordan (Integração, Interatividade, Hipermédia, Imersão e Narratividade)? Que outras caraterísticas podemos encontrar? Que reflexões suscita quando se observa sob o ponto de vista das relações entre arte e tecnologia? Ou entre arte e computador? Como se integram os meios artísticos tradicionais e os meios automáticos? Como descreveríamos a sua forma ou o seu género de maneira a captar a sua natureza híbrida – escultura cinética? dança de objetos? dança mecânica? dança sinestésica? instalação musical? música mecatrónica? sinfonia cinética?…?…?

Eis a descrição dos autores:

We are honored to present the project film of Symphonie Cinétique – The Poetry of Motion. This film presents the wonderful journey that media artist Joachim Sauter (ART+COM) and composer Ólafur Arnalds ventured on together at MADE, that culminated with the creation and performance of this interdisciplinary Gesamtkunstwerk. The dialogue and exchange between these two craftsmen, each coming from a distinctly different discipline, resulted in a majestic clash of light, motion and sound. Please dive in, let go and enjoy this wonderful moment – Joachim’s graceful kinetic pieces breathing and moving in harmony with the touching music composed by Olafur.

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