Atualmente, as artes estão muito ligadas aos meios digitais. Os meios digitais são o meio de propaganda mais eficiente que se pode utilizar para promover as artes, em que os sites que se encontram na internet que, cada museu possui, permitem às pessoas, sejam elas cidadãs portuguesas ou turistas de outros países, estarem informados acerca dos espaços museológicos que pretendam visitar.

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Entre os diversos exemplos, temos o Museu Nacional Soares dos Reis que corresponde ao mais antigo museu público português, sendo que a utilização e aderência aos novos meios digitais e tecnológicos trata-se de uma enorme evolução neste campo. Assim, mais facilmente este museu dá-se a conhecer ao público que não o conheça e o pretenda visitar. Na página inicial do site da internet deste museu visualizamos rapidamente os tópicos de pesquisa. Também facilmente se fica a saber que este museu específico tem uma página na rede social do facebook. Esta página inicial é dividida em diversos separadores, sendo estes compostos pela história do museu, o edifício, a coleção, etc.

Algo importante em todos os hiperlinksdo site do Museu Nacional Soares dos Reis é o facto da morada do museu, as suas coordenadas e os seus contactos estarem presentes. Para quem queira fazer um trabalho sobre este museu em específico tem a vantagem de em todos os hiperlinks terem a informação de quando foi a última atualização do site.

Ao clicar no separador da coleção do museu aparecem mais opções de escolha, sendo eles: cerâmica, escultura, gravura, joalharia, peças em destaque, mobiliário, ourivesaria, pintura, têxteis, vidros e autores representados. Cada uma destas escolhas é apresentada com algumas das peças que estão disponíveis no Museu para dar ao visitante uma ideia do que irá e poderá encontrar.

Outro factor a salientar e a favor do uso dos novos meios digitais, como estes sites dos museus, é a possibilidade de dar a conhecer outros espaços museológicos “pouco ou nada conhecidos” pelo público em geral. Neste site em causa, ficamos a saber da existência da Casa Museu Fernando de Castro, que se encontra ligado administrativamente ao Museu Nacional Soares dos Reis, integrando-o deste a sua fundação, em 1952. Também o separador inicial da Casa Museu Fernando de Castro nos dá informações, nomeadamente, quanto à casa, à cerâmica, à escultura e pintura disponíveis.

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Em conclusão, a era das novas tecnologias aproxima os cidadãos do seu património, dando a conhecer os museus existentes. Numa sociedade em que as novas tecnologias fazem parte do quotidiano, sobretudo entre os mais jovens, estas novas formas de aceder à informação permitem aos museus como que “renascer”, ou seja, que não entrem no esquecimento mas muito pelo contrário, que se promovam ainda mais e aumente o interesse do público em geral pelo seu valor e pelas suas funções sociais e culturais. Os museus são e continuarão a ser um agente de promoção de cidadania, em que a História assume um enorme relevo na construção da identidade de cada Estado-Nação.

Sofia Moreira