As artes tradicionais associadas aos múltiplos média; A obra de Van Gogh  associada aos média; A redefinição da experiência da exposição em museu. É disto que se trata em Van Gogh Alive – The Experience: trazer uma nova forma de respirar as mais icónicas obras do pintor, imergir nas cores, luzes, sons, explorando os múltiplos sentidos dos visitantes. Aqui, a comtemplação passiva não tem lugar.

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Uma reflexão visual profunda sobre a sua obra, explorando em particular o período de 1880 a 1890, época em que viveu em Arles, Saint-Rémy e Auvers-sur-Oise, criando as suas obras mais icónicas.

 

A exibição conta com mais de 3000 obras, ao sabor de uma imponente partitura clássica, que enche as paredes, tetos, chão, colunas da sala, podendo o próprio visitante mimicar pertencer a elas, ao pisar, tocar nas obras, o que dificilmente aconteceria numa exposição das obras originais (sem repreensões).

 

van-gogh-pictureTem sido um enorme sucesso de público, tendo já passado por algumas das grandes metrópoles mundiais. Na exposição comum somos observadores passivos, enquanto nesta experiência estaremos dentro de um espaço vivo, com som e imagens imersivas, de cortar a respiração.

 

… e já foram mais de 30 metrólopes mundiais pelas quais Van Gogh Alive – The Experience se fez passar (tais como Roma, Berlim, Moscovo, Berlim ou Xangai); agora, tem lugar em Lisboa até dia 22 de Outubro (para a semana!) na Cordoaria Nacional. Desta vez, se a visitar, por favor, não faça silêncio.

 

Bárbara Anjos

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