A vídeo-arte surgiu como meio artístico e assumiu a sua expressão através da tecnologia de vídeo em arte visuais. Desde dos anos 60, a vídeo-arte associou-se ao movimento de arte Neo-Dadaísta, conhecido por Fluxos.

Esta forma artística ocupou-se da comunicabilidade crítica, usando os media como alvo. O seu objectivo era alertar o que era bom ou mau, relativamente à informação pubilicitária, jornalística e artístico-cultural que a televisão massacrava. Também surgiu como movimento anti-guerra e cunho político doas anos 50 aos 70.

Um dos artistas que mais se destacou e ficou conhecido como mentor e pai desta veia artística foi Nam June Paik. A sua estreia celebre deu-se com a obra “TV Magnet”, que apresentou na “Exposition of Music-Electronic Television”. Aqui várias televisões estavam destacadas, e o imán que estava por cima delas distorcia a imagem. Paik trabalhava com cinema, televisão, fitas de cassete e esculturas inanimadas.

Estas criações abriram novas portas, exploraram novos meios e uso tecnológico e incentivam à observação da cultura de massa. Paik para além de manipular a imagem, transformou o aparelho televisivo em peça de arte, incorporando-a à sua escultura.