A ideia de pensar momentos a frente do nosso tempo, sempre foi uma fonte genuína de produção artística, tendo muita repercussão no mundo comercial do inicio do século passado. O poder desses anúncios é bastante intrigante, pois mescla, em parte, o questionamento da realidade que nos rodeia com a assombrosa capacidade humana de conceber feitios futurísticos que nos parecem impossíveis. Nas artes, podemos citar filmes como “Blade Runner”(1982), que se passa no ano de 2019, no qual mostra uma tecnologia que pra nós, ainda está distante; ou também, “I, Robot”( 2004), “MINORITY REPORT”(2002), “2001: A Space Odyssey” (1968), entre outros. No mundo do cinema, que abre as possibilidades para que tais acontecimentos pareçam reais para nós, a nossa capacidade de imaginativa parece não ter limites, mas se caso algo que um dia fora impossível de ser concebido nos fosse apresentado numa esquina de uma rua, ou numa avenida movimentada de uma grande metrópole?

O anúncio acima está localizado numa das mais movimentadas ruas de Amsterdam, sendo impossível passar despercebido, trata-se de um exemplo de como podemos usar da criatividade aliada à tecnologia moderna para fazer campanhas publicitárias atraentes. Como visto, é impossível olhar para o tennis sem se questionar sobre como fora concebido. O anúcio do Nike Free 5.0, mostra a flexibilidade do tennis ao se desdobrar num cubo holografico 3D. A empresa foi a primeira a usar a holografia numa campanha como essa.

O questionamento que nos resta é o de saber até que ponto poderemos ir para usar da tecnologia atual para desenvolver esses meios de comunicação – em publicidade – num âmbito futurista, nos limites da realidade.