Apesar de considerarmos as as artes tradicionais e os média diferentes, ambos procuram o mesmo, inscrever o real da melhor forma.

Em relação a pintura e á imagem, imagens como “A Liberdade Guiando o Povo” (La Liberté guidant le peuple) pintura de Eugène Delacroix em comemoração à Revolução de Julho de 1830. Pretende mostrar nada mais que a realidade, seja pela história que conta mas principalmente pela técnica de movimento, das pessoas do céu e das cores que o quadro contém. Ora se formos a ver um filme com imagem a 3 dimensões, como por exemplo “Avatar” ou o mais recente “Puss in Boots”, a imagem é como uma extensão da realidade, idêntico á utilização da prespectiva usada pelos pintores apos o renascimento, pois, ambos pretendem iludir o sistema preceptivo do cérebro humano.

O mesmo acontece na Literatura, seja em romance ou policiais, estes estão cada vês mais descritivos, e mais próximos de nós através de temas com que todos lidamos. Usam temas do quotidiano, de maneira a descrever objectos, a luz, o espaço, a personagem, estre outros. Os autores muito descritivos pretendem deste modo uma nova forma de visualização. Há um desejo da literatura incorporar em si outros meios. Por isso, esta é cada vez mais adaptada para o cinema.

Se inicialmente os media tradicionais tentaram construir o real, valorizando a  óptica, os novos média procuram uma valorização expressiva, utilizando as obras para representação do interior da mentalidade humana.

Juliana Alves